Veja o Minuto Verde sobre o projeto.
25 de maio de 2015
Cabeço Santo no Minuto Verde
Veja o Minuto Verde sobre o projeto.
Etiquetas:
Biodiversidade,
Cabeço Santo,
Invasoras,
restauro
15 de abril de 2015
Workshop Gestão de habitats ripícolas e fenómenos erosivos
A Altri Florestal está a organizar em parceria com a Quercus
um workshop dedicado ao tema da gestão dos habitats ripícolas e fenómenos erosivos (dia 23 de Abril – Azambuja).
Entre as várias apresentações será dado um destaque especial à demonstração de técnicas
de engenharia natural para contenção da erosão que, será realizada por um
especialista da empresa Ecosalix.
Este workshop pretende abordar questões práticas e
proporcionar a troca de experiências entre os participantes sobre os impactes dos fenómenos
erosivos, não só nas linhas de água mas também nas áreas florestadas contíguas,
com vista a identificar um conjunto de boas práticas de gestão florestal a adotar
pelos proprietários e fornecedores de serviços florestais, com o objetivo de fomentar a biodiversidade e ds
serviços dos ecossistemas.
Para mais informação e detalhe sobre o programa do workshop e inscrições :
http://www.quercus.pt/destaques/199-eventos-4/4257-workshop-gestao-de-habitats-ripicolas-e-fenomenos-erosivos
![]() |
| Imagem retirada daqui |
Etiquetas:
Biodiversidade,
Correção Torrencial,
Erosão,
habitats
4 de fevereiro de 2015
Eucalipto misterioso
Há um blogue, que se chama Árvores Misteriosas de Portugal, da autoria do Nuno Costa (textos) e Zito Colaço (fotografias).
Já lá vai algum tempo, foi publicado uma série de quatro posts sobre o eucalipto, que naturalmente nos desperta interesse.
E do texto introdutório, interessante mas demasiado extenso para reproduzir aqui na íntegra, destaco a última parte:
A Árvore, primeiro o pinheiro, mas hoje em dia sobretudo o eucalipto, renasceu então como fonte de conhecimento. Como fonte de diversão e evasão, pois claro. De Rimbaud e Jorge Luís Borges a Margarida Rebelo Pinto, da Rolling Stone à Hola, há árvores-informação para todas as sensibilidades, gostos, olhares e feitios. Aldous Huxley pode alertarnos para o perigo do Big Brother, o verdadeiro, que no dia seguinte há um concorrente do reality show, a lançar um livro. Tudo é possível. Para o bem e para o mal. E para além dele, diria Nietzche.
Recomenda-se vivamente a leitura e visionamento do blogue, e agora já os quatro posts sobre o eucalipto:
Eucalipto (Eucalyptus) - Pinhal de Catelas, Marisol
Eucalipto da Mata Nacional de Vale de Canas, Coimbra.
Eucalipto do Tremelgo, Marinha Grande.
Eucalipto de Contige, Viseu.
Já lá vai algum tempo, foi publicado uma série de quatro posts sobre o eucalipto, que naturalmente nos desperta interesse.
E do texto introdutório, interessante mas demasiado extenso para reproduzir aqui na íntegra, destaco a última parte:
A Árvore, primeiro o pinheiro, mas hoje em dia sobretudo o eucalipto, renasceu então como fonte de conhecimento. Como fonte de diversão e evasão, pois claro. De Rimbaud e Jorge Luís Borges a Margarida Rebelo Pinto, da Rolling Stone à Hola, há árvores-informação para todas as sensibilidades, gostos, olhares e feitios. Aldous Huxley pode alertarnos para o perigo do Big Brother, o verdadeiro, que no dia seguinte há um concorrente do reality show, a lançar um livro. Tudo é possível. Para o bem e para o mal. E para além dele, diria Nietzche.
Para o bem de todos os novos renascimentos, nossos e das árvores, felizmente, como o ecologista Leonardo Boff alertou, a indústria de produção de papel está bem ciente de que obras-primas, bestseller´s, romances de cordel ou biografias de reality shows, todos têm lugar no mercado, mas sempre em plena e sã convivência com a preservação do mundo natural. Do mundo artístico e académico à azáfama do escritório, o papel coexiste. Mas é bom que nos lembremos que em cada folha, em cada rabisco de nota que fazemos, seja para a lista de compras no supermercado, ou para escrever uma peça de teatro há ali uma árvore. E tem nome.
Chama-se eucalipto.
Recomenda-se vivamente a leitura e visionamento do blogue, e agora já os quatro posts sobre o eucalipto:
Eucalipto (Eucalyptus) - Pinhal de Catelas, Marisol
Eucalipto da Mata Nacional de Vale de Canas, Coimbra.
Eucalipto do Tremelgo, Marinha Grande.
Eucalipto de Contige, Viseu.
15 de janeiro de 2015
23 de dezembro de 2014
ciclo da vida ou o cogumelo vencedor
Foi com esta fotografia que a nossa colega Maria João Loureiro venceu o primeiro concurso fotográfico da Altri Florestal.
Para além de ser muito bonita, a foto acaba por representar o ciclo da vida: a folha caída de eucalipto, já seca, e após ter contribuído para o crescimento da sua árvore-mãe, dá origem a novas formas de vida, neste caso a uns cogumelos minúsculos mas de uma elegância perfeita com seu pé preto de alfinete e o chapéu delicado a balançar sobre ele. Até há um ar um pouco vaidoso neles...
Parabéns Maria João e boas festas para todos.
Henk Feith
17 de novembro de 2014
Menos Papel = Mais Verde. Será mesmo verdade?
Somos diariamente confrontados com campanhas publicitárias que nos dizem que substituir papel por digital é uma ajuda para o ambiente.
Acontece que estas campanhas são normalmente motivadas por objetivos de redução de custos e não de melhoria ambiental. Não há nada contra objetivos de redução de custos, bem pelo contrário, mas quando estes objetivos são escondidos atrás de supostos objetivos ambientais, então estamos perante greenwashing.
Mais grave se torna quando a própria afirmação é de veracidade duvidosa, como inúmero estudos indicam: as alternativas ao papel, produto de um recurso renovável, as chamadas ICT (Information and Communication Tecnologies) têm pegadas ambientais muito significativas e são baseadas em indústrias de exploração de recursos não renováveis.
A organização TwoSides, promovida pela indústria Norte-americana de pasta e papel, publicou alguns factsheets sobre o assunto, que merecem uma leitura:
http://www.twosidesna.org/includes/files/upload/files/TwoSidesFacts_GenericLCA_F%282%29.pdf
http://www.twosidesna.org/includes/files/upload/files/TwoSidesFacts_BestPractices_F%282%29.pdf
É sabido que o tema é terra fértil para discussões. Mas fica aqui o desafio para olhar para além do slogan.
6 de novembro de 2014
Águia-cobreira salva no Galisteu
![]() |
| Imagem obtida na newsletter do ICNF-Centro |
Segue o texto integral do artigo:
No
passado mês de julho fomos informados pelos responsáveis da Herdade do Monte do
Galisteu – Grupo Altri Florestal, em pleno Parque Natural do Tejo
Internacional, da existência de uma águia que havia caído do ninho. Nesse mesmo
dia o ICNF deslocou-se ao local onde identificou a Águia-cobreira (Circaetus
gallicus), e procedeu à sua entrega num centro de recuperação, o CERAS – Centro
de Estudos e Recuperação de Animais, pertença do núcleo regional de Castelo
Branco da Quercus. Após um cuidado exame à ave, verificou-se que tinha apenas
uma pequena ferida na asa esquerda, resultante do embate no solo.
Após
algumas semanas de recuperação, sobretudo para recuperar a maturação suficiente
e com o contributo de todos, mas principalmente com a colaboração dos
responsáveis da Herdade do Monte do Galisteu, conseguimos salvar uma
Águia-cobreira.
3 de novembro de 2014
O grande sorriso do Casal Novo
Para quem não sabe, geocaching é uma atividade ao ar livre na qual se utiliza um recetor GPS para se encontrar um “tesouro” ou geocache, que consiste normalmente numa pequena caixa fechada, de tamanho variável, contendo um livro de registos e por vezes alguns objetos. Um código de honra entre os praticantes define que, após encontrada, a geocache deve ser recolocada no mesmo local. Esta atividade têm-se tornado muito popular como passatempo ou desporto, principalmente após a vulgarização do GPS nos telemóveis. São surpreendentes as milhares de geocaches atualmente escondidas em Portugal.
Recentemente em conversa com uma colega da Caima, assumida apaixonada por geocaching, descobri que algo de surpreendente se anda a passar numa propriedade sob nossa gestão. Quando me apresentava um mapa com um dos maiores desafios de geocaching da zona, rapidamente reparei que se situava na propriedade Casal Novo, em Vila Nova da Barquinha. Tratam-se de 25 geocaches tradicionais e 2 geocaches enigma dispostas de forma a desenharem um enorme smile. Os criadores do projeto apresentam uma lista das geocaches e várias instruções e recomendações para quem pretenda enfrentar este desafio, que deve ser feito a pé.
"Eu uso satélites de vários milhões de dólares para encontrar tupperwares na floresta. Qual é o seu passatempo?"
Recentemente em conversa com uma colega da Caima, assumida apaixonada por geocaching, descobri que algo de surpreendente se anda a passar numa propriedade sob nossa gestão. Quando me apresentava um mapa com um dos maiores desafios de geocaching da zona, rapidamente reparei que se situava na propriedade Casal Novo, em Vila Nova da Barquinha. Tratam-se de 25 geocaches tradicionais e 2 geocaches enigma dispostas de forma a desenharem um enorme smile. Os criadores do projeto apresentam uma lista das geocaches e várias instruções e recomendações para quem pretenda enfrentar este desafio, que deve ser feito a pé.
O grande smile de geocaches do Casal Novo
O multiuso dos espaços florestais é um tema recorrente no nosso dia-a-dia, mas nunca deixamos de nos surpreender até onde este conceito pode chegar.
29 de outubro de 2014
Lego florestal
Sim, a Lego também já pensou nos filhos dos florestais ou... nos próprios florestais. Este magnífico "logging truck" foi um presente da minha família. Inclui o motosserrista, o gajo da grua e não faltam algumas novas árvores para a sustentabilidade do sistema. Peca apenas pelo motosserrista não ter EPI completo. Ele que não espere pela próxima auditoria!
Imagens retiradas daqui
27 de outubro de 2014
Um dia no Tejo Internacional
Na semana passada, realizámos uma vista à nossa propriedade Galisteu, inserido no Parque Natural do Tejo Internacional.
A visita teve como objetivo monitorizar as áreas da propriedade classificadas como Alto Valor de Conservação, com base na presença de ecossistemas e habitats com relevante interesse para a conservação da biodiversidade local e regional.
O dia estava magnífico, com uma temperatura acima do esperado para esta altura do ano e condições de luminosidade que permitiram a utilização das nossas modestas máquinas fotográficas.
Quando se chega ao Galisteu a primeira reação do visitante habitual é olhar para o horizonte e para cima em busca das aves mais emblemáticas presentes no território do Tejo Internacional.
E, no dia de ontem fomos brindados com a presença de três aves de rapina que entusiasmam um fotógrafo de fim-de-semana (estou a falar da minha pessoa). Deixo-vos alguns dos melhores momentos destas magníficas aves, que amavelmente nos cederam estas imagens.
![]() |
| Águia-Imperial (Aquila adalberti) |
![]() |
| Abutre-Preto (Aegypius monachus) |
![]() |
| Grifo (Gyps fulvus) |
Etiquetas:
Avifauna,
Biodiversidade,
Fotografia,
Galisteu,
Monitorização
Subscrever:
Mensagens (Atom)









