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5 de março de 2013

Dossier de Segurança Florestal

Durante os dias 19 de fevereiro e 4 de março a Altri Florestal iniciou um projeto em parceria com os seus fornecedores de serviços para a implementação de um Dossier de Segurança Florestal.

Este dossier pretende agregar toda a informação das empresas que realizam trabalhos de exploração, florestação e manutenção na nossa floresta e, apoiar as mesmas, na demonstração das evidências do cumprimento das suas obrigações legais.

Iniciámos assim este projeto com quatro ações de formação em parceria com a empresa EuroPGS, onde foram explicados quais os registos e documentos que devem estar presentes nas frentes de trabalho e a sua forma de organização neste novo modelo documental.

Nas quatro sessões ouvimos as mais variadas sugestões e pedidos de eslarecimento dos fornecedores, tendo como principal objetivo a adequação e melhoria do Dossier de Segurança para que o mesmo ajude as empresas na organização da sua documentação na frente de trabalho. No final de cada sessão entregámos a cada empresa um exemplar do Dossier de Segurança Florestal.  

Iremos iniciar agora a segunda fase deste projeto, com a verificação dos Dossiers nas frentes de trabalho e com a realização de ações de formação em posto de trabalho sobre alguns aspectos de segurança e ambiente. Daremos notícias sobre a segunda fase do projeto aqui no blog.  



         

14 de julho de 2011

Ação de sensibilização

No dia 12 de julho realizaram-se duas curtas ações de sensibilização, uma na Leirosa e outra em Constância, com os fornecedores de serviços florestais de exploração e florestação. Contámos com a presença de representantes de dezenas de empresas prestadores de serviços florestais.

Foram transmitidos aos gerentes das empresas de serviços florestais as novas medidas de proteção às espécies arbóreas protegidas, com destaque para os sobreiros e as azinheiras.

Ficou estabelecido que, em caso de presença de sobreiros ou azinheiras no interior de eucaliptais em exploração, deve ser respeitada uma zona de proteção de 10 metros a partir da copa destas espécies, na qual o abate só pode ser executada pela máquina processadora e não por abate manual. Desta forma, o risco de eucaliptos cairem sobre os sobreiros ou azinheiras é reduzida de forma muito significativa, porque as cabeças de corte conseguem controlar muito melhor a queda dos eucaliptos.

Também em operações de florestação, ficou definido que os trabalhos de mobilização do solo e plantação devem respeitar uma zona de proteção de 3 metros a partir da copa de sobreiros e azinheiras.

Em segundo lugar, foram abordados os procedimentos de saúde e segurança em vigor, em que se apelou ao seu cumprimento, para o bem dos trabalhadores florestais que estão sujeitos a riscos laborais significativos. É através da prevenção dos riscos laborais que podemos manter os indicadores de sinistralidade tão baixo como temos tido nos últimos anos.

Por fim, foi apresentado o sistema de avaliação de empenho dos fornecedores de serviços florestais e de que forma os resultados desta avaliarção será tido em conta nas futuras contratações de serviços.

No fim, foram respondidas algumas questões pertinentes colocadas por algumas pessoas presentes.

Henk Feith