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4 de abril de 2013

Avaliação de Impactes Ambientais e Sociais

Uma das atividades que decorre previamente a uma obra de exploração florestal é a avaliação dos impactes ambientais e sociais da atividade nos valores naturais presentes e nas comunidades adjacentes.

Em Lamego, uma propriedade gerida pela Altri Florestal consegue conciliar, eu diria, o melhor dos dois mundos, isto é, produtividades na produção de rolaria de eucalipto (Eucalyptus nitens) bastante acima da média e a presença de valores naturais únicos.


Rio Balsemão

A avaliação de impactes da exploração florestal foi realizada com o envolvimento do fornecedor de serviços (corte e rechega) e do responsável da AF pelo acompanhamento da obra.
Com esta medida pretende-se salvaguardar as duas galerias ripícolas (Rio Balsemão e ribeira afluente), onde ocorrem o maior número de espécies e habitats.
Durante a avaliação, os aspetos sociais também foram abordados, e foi decidido uma alternativa de saída da madeira que evita a passagem junto de habitações e de passagens estreitas com muros e sebes.

20 de julho de 2012

Eucalipto Nitens em parque de produção de sementes

No âmbito do programa de melhoramento genético, a Altri Florestal tem vindo a resgatar por enxertia material genético das suas plantações e ensaios. Há três anos foi a vez de enxertar diferentes proveniências de eucalipto nitens, da plantação de Tornaleites. Em 2010, estes enxertos foram plantados no parque de produção de sementes e o resultado é o que se pode ver nas fotografias seguintes.  Já foi colhido algum pólen e em breve teremos hibridos com este material!

27 de junho de 2012

Silvicultura do eucalipto - notas do campo I

É sabido que a fertilização à plantação é uma operação fundamental para o sucesso da mesma. Mas são nos momentos em que, por qualquer motivo, esta operação falha que se verifica no campo a importância dela.

Um bom exemplo observámos numa visita de campo recente numa plantação de Eucalyptus nitens em Tarouca. Nesta plantação, a fertilização constituiu de 15 gramas de adubo de libertação lenta, colocado por baixo do sistema radicular da planta e, passadas umas semanas, uma adubação com 200 gramas de NPK 5:30:5, enterrados a 20 cm de distância nos dois lados da planta na linha de plantação, em duas doses de 100 g.

Aconteceu que uma curta linha manca não levou a segunda adubação de 200 g. de NPK. Após um bom arranque proporcionado pelo adubo de libertação lenta, o efeito da falta de adubo NPK se fez sentir e, passado um ano, resultou num desenvolvimento muito inferior como se vê na imagem abaixo.

No centro da imagem vê se a linha de plantação sem adubo NPK
Dois anos mais tarde, a linha manca continua com um desenvolvimento muito inferior às plantas que foram devidamente adubadas à plantação, com se pode observar nesta imagem:

Linha sem adubação NPK à plantação, agora com 3 anos de idade
Esta situação é um exemplo da importância de uma adequada adubação à plantação para o crescimento do povoamento. Em simultâneo, é de assinalar o excelente crescimento do povoamento em geral, como já foi relatado neste post sobre a mesma plantação.

4 de fevereiro de 2012

Eucalyptus nitens na neve



No dia 26 de janeira, a Direção de Produção realizou a sua reunião anual, esta vez em Tarouca. Visitou-se a propriedade Monte Mourisca, uma plantação recente de Eucalyptus nitens.

A propriedade situa-se entre 900 e 1000 metros de altitude e o Eucalyptus nitens mostra a sua grande aptidão para o clima montana, com excelentes crescimentos e elevada resistância ao frio como se pode ver na imagem acima, tirada em dezembro de 2010.

As produtividades esperadas situam-se entre as 200 e 250 m3cc/ha, proporcionando desta forma uma cultura rentável e com elevada capacidade de criação de valor.


No fim da visita registou-se o momento para memória futura, em que a equipa da DP se posiciona junto a uma plantação que irá fazer somente 3 anos na próxima primavera. É caso para dizer: que grande equipa!

Henk Feith