14 de novembro de 2018
22 de dezembro de 2017
Feliz Natal e um excelente 2018
Embora o nosso blog não tenho tido a atividade que o nossos leitores merecem, não queríamos deixar passar esta data sem uma mensagem de confiança e esperança para 2018 onde vamos querer partilhar convosco mais imagens como as que se seguem.
Estas imagens pretendem apenas mostrar um pouco das nossas atividades de gestão florestal e o compromisso que mantemos com a proteção e promoção dos espaços rurais.
Um Feliz Natal para todos e votos de um excelente 2018 !!
Estas imagens pretendem apenas mostrar um pouco das nossas atividades de gestão florestal e o compromisso que mantemos com a proteção e promoção dos espaços rurais.
Um Feliz Natal para todos e votos de um excelente 2018 !!
| Chapim-real juvenil - Constância |
| Estação de Biodiversidade da Ribeira da Foz - Chamusca |
| Exploração Florestal - Região Oeste |
| Formação na Frente de Trabalho - Tirada de Cortiça |
| Monitorização da presença de ninhos em áreas de produção |
| Acompanhamento do controlo de invasoras lenhosas - Abrantes |
| Monitorização na EBIO da Ribeira da Foz - Chamusca |
25 de abril de 2017
Surpresa no dia da liberdade
Para comemorar o dia da liberdade nada como uma caminhada pela floresta da Altri Florestal mais próxima de casa.
Durante estas caminhadas os sentidos vão sempre atentos ao meio em nosso redor, ouvindo o som característico do Abelharuco ou olhando para as rapinas que cruzam o céu à nossa frente (Águia-de-asa-redonda, Peneireiro-comum e Águia-cobreira).
Já de regresso a casa, já não contávamos com a surpresa deste dia especial. Um dos mamíferos mais comuns da floresta portuguesa estava ali na outra encosta, ainda por cima num retrato familiar exemplar. Uma Mãe Raposa (Vulpes vulpes) tratava da sua ninhada de 7 crias !!
Deixo-vos este pequeno vídeo da vida privada desta família que nos deixou embevecidos com o carinho demonstrado por esta mãe dedicada.
Deixámos esta família sossegada, porque afinal também elas são livres...
Durante estas caminhadas os sentidos vão sempre atentos ao meio em nosso redor, ouvindo o som característico do Abelharuco ou olhando para as rapinas que cruzam o céu à nossa frente (Águia-de-asa-redonda, Peneireiro-comum e Águia-cobreira).
| Abelharuco (Merops apiaster) |
Deixo-vos este pequeno vídeo da vida privada desta família que nos deixou embevecidos com o carinho demonstrado por esta mãe dedicada.
Deixámos esta família sossegada, porque afinal também elas são livres...
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mamíferos,
Monitorização
17 de novembro de 2016
Sim... ainda estamos por cá... falando agora de Segurança e Qualificação
Sim, continuamos por cá e não temos dado a devida atenção a este nosso e vosso espaço de partilha de noticias, informações técnicas e por vezes apenas curiosidades sobre as nossas atividades.
Assim e após este interregno, aproveito para divulgar o nosso último projeto em Segurança e Qualificação das atividades de Exploração Florestal.
A partir da nossas ações de formação na frente de trabalho e, da divulgação pelos nossos prestadores de serviço do código de práticas florestais, decidimos reforçar a componente de segurança das operações no nosso dia-a-dia das operações florestais.
Para tal resumimos os conteúdos de Segurança das Operações Florestais em pequenos vídeos, que pretendem retratar os principais riscos de segurança associados a cada operação e os procedimentos e boas práticas para evitar a ocorrência de acidentes de trabalho.
Através da utilização de novos recursos (Técnico de Desenvolvimento de Fornecedores e Carrinha de Formação Itinerante) poderemos assim chegar com os conteúdos de formação mais próximo das operações a decorrer e das pessoas que pretendemos qualificar.
Iniciámos este projeto pela Exploração Florestal e iremos publicar brevemente os vídeos de segurança das atividades de Florestação e Manutenção. De seguida mostramos o vídeo sobre as regras de segurança no abate manual.
Assim e após este interregno, aproveito para divulgar o nosso último projeto em Segurança e Qualificação das atividades de Exploração Florestal.
A partir da nossas ações de formação na frente de trabalho e, da divulgação pelos nossos prestadores de serviço do código de práticas florestais, decidimos reforçar a componente de segurança das operações no nosso dia-a-dia das operações florestais.
Para tal resumimos os conteúdos de Segurança das Operações Florestais em pequenos vídeos, que pretendem retratar os principais riscos de segurança associados a cada operação e os procedimentos e boas práticas para evitar a ocorrência de acidentes de trabalho.
Através da utilização de novos recursos (Técnico de Desenvolvimento de Fornecedores e Carrinha de Formação Itinerante) poderemos assim chegar com os conteúdos de formação mais próximo das operações a decorrer e das pessoas que pretendemos qualificar.
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| Carrinha de Formação Itinerante |
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| Formação na Frente de Trabalho |
Iniciámos este projeto pela Exploração Florestal e iremos publicar brevemente os vídeos de segurança das atividades de Florestação e Manutenção. De seguida mostramos o vídeo sobre as regras de segurança no abate manual.
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Segurança
22 de abril de 2016
Emprego: recrutamento encarregado florestal
21 de abril de 2016
Mortalidade por secura estival
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| Toiças a rebentar após corte outonal (Salvaterra de Magos, fev-2016) |
Nestas circunstâncias, algumas plantações de eucalipto são afetadas pela falta de água no solo e mostram sinais de secura na parte aérea da árvore, nomeadamente na folhada. Esta secura pode assumir proporções por vezes maciças, com a perda da maioria das árvores na plantação.
Este efeito verifica-se quase exclusivamente em povoamentos em primeira rotação e sobretudo com idades entre 2 e 6 anos. A secura de árvores em talhadia assume um caráter mais isolado, e raramente atinge povoamentos por inteiro. O sistema radicular das árvores jovens em primeira rotação ainda está limitado às camadas superficiais do solo, e quando esta camada perde a totalidade da humidade, a árvore não consegue compensar a transpiração com a absorção de água do solo. Em situações de maior duração, a folha perde a capacidade de fechar as suas estomas, a água presente nos tecidos foliares perde-se para a atmosfera, originando a secura e morte do tecido, e a cor da folha muda de verde para amarela.
Uma vez que a duração deste processo é crítico, o fenómeno dos povoamentos a "secar de pé" nota-se mais no final de verão até às primeiras chuvas.
Quando um gestor florestal é confrontado com este fenómeno, coloca-se a questão de como agir. É sabido que a secura da copa não significa imediatamente a morte da árvore, porque os tecidos mais resistentes nos ramos, tronco e, sobretudo, sistema radicular podem manter-se vivos ainda durante bastante tempo. Também a secura das folhas reduz drasticamente a perde de humidade por transpiração, por paragem total dos processos de fotossínteses e crescimento.
Quando estamos perante a secura maciça num povoamento, o primeiro objetivo de intervenção é de salvar a futura produção, uma vez que o atual povoamento já não tem condições de continuar a produzir. Sabendo que, estando a copa seca, o sistema radical em muitos casos ainda está viva, a opção é de avançar com o corte raso. Porém há dúvidas sobre qual o melhor momento para o fazer.
Para tal, no ano passado efetuámos algumas experiências de campo para analisar o efeito do corte na sobrevivência das toiças. Numa propriedade na região de Beira Interior, foi selecionada uma área com um número elevado de árvores secas. Prévio ao seu corte, todas as 223 árvores foram marcadas na sua base com fita plástica com cores diferentes, com base no seu estado vegetativo: fita verde para árvores com a copa verde (n=100; 45%), fita amarela para árvores que estão a secar (n=75; 34%) e fita vermelha para árvores já totalmente secas (n=48; 22%). De seguida, todas as árvores foram cortadas pela base. Este corte aconteceu na segunda quinzena de agosto. Objetivo era avaliar posteriormente a correlação entre o surgimento de rebentação na toiça e o estado vegetativo da árvore no momento de corte.
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| Exemplos de toiças "vermelha", "amarela" e "verde" |
Esta avaliação for feita no final de dezembro, com os seguintes resultados:
Verdes: 75% das árvores rebentou após corte; 25% não rebentou.
Amarelas: 33% das árvores rebentou após corte; 67% não rebentou.
Vermelhas: 0% das árvores rebentou após corte; 100% não rebentou.
Esta experiência leva a concluir que não vale a pena cortar as árvores a secar, porque a quase totalidade das toiças de árvores secas ou a secar acabaram por não rebentar, ao qual se acrescenta que mesmo 25% das árvores verdes não rebentaram.
No entanto, há aqui um detalhe que é relevante: o momento em que o corte é realizado. No caso da experiência, o corte foi feito ainda em plena verão, um mês antes das primeiras chuvas. Será que este facto foi determinante na taxa de mortalidade após corte ou não?
Para responder a esta questão podemos olhar para outras áreas com elevada mortalidade que foram cortadas já no outono, após o início das chuvas. Com taxas de secura prévio ao corte superiores às do ensaio mencionado, verificaram-se taxas de sobrevivência das toiças após corte entre os 80% e 90% passados 6 meses após corte em povoamentos com idades semelhantes. Estas áreas situam-se no Ribatejo (concelhos de Vila Nova de Barquinha e Salvaterra de Magos).
Estes últimos resultados contrariam claramente a primeira conclusão. Embora especulativo, será que a secura que se verificou após corte no ensaio inviabilizou a rebentação das toiças, levando à sua morte? É plausível. Também pode haver uma relação com as características edafo-climáticas da região (Beira Interior vs Ribatejo).
E o que acontece quando deixamos as árvores em pé? Esta situação verificou-se numa outra plantação, na zona de Benavente. Esta plantação tem como característica distintiva que tinha somente 2,5 anos de idade quando secou, e não de 4 a 6 como os outros povoamentos. Foi motivo para não avançar com o corte logo no outono, aguardando uma eventual reação das árvores.
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| Povoamento 2,5 anos atingido pela secura (Benavente, fev-2016) |
Pelas diferentes experiências obtidas em consequência da secura extrema do ano passado, parece adequado proceder a cortes rasos no outono de áreas onde o número de árvores secas é elevado, permitindo o reinício de um novo ciclo de crescimento. Recomenda-se efetuar os cortes quando o solo já tiver alguma humidade das chuvas outonais.
14 de agosto de 2015
Silvicultura preventiva e seu efeito nos fogos
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| Aceiro protegeu a nossa plantação |
Curiosamente, são inúmeras as vozes que todos os anos se levantam, apelando a um maior investimento na silvicultura preventiva, também chamada a prevenção estrutural. Mas na prática, em Portugal continua a prevalecer a aposta no combate, consumindo grande parte dos recursos disponíveis.
A Altri Florestal mantém há muitos anos uma política de prevenção, que passa pela redução de carga de combustível e a manutenção de infraestruturas como aceiros, caminhos e pontos de água. Com esses trabalhos de silvicultura preventiva gasta sensivelmente o dobro do que é gasto na estrutura de deteção e combate da Afocelca, agrupamento complementar de empresas em que junta esforços com o grupo PortucelSoporcel na defesa do património das duas empresas.
No grande incêndio de Tomar/Barquinha/Constância, do dia 7 de julho, observámos novamente os benefícios da silvicultura preventiva. A foto acima mostra um aceiro, por ventura até bastante modesto, que evitou a entrada do fogo na plantação que se situa do lado direito. Ninguém estava lá porque estávamos todos a combater o incêndio num outro local da propriedade, mas mesmo assim sortiu efeito. O terreno do lado esquerdo, que não está sob nossa gestão e cuja vegetação era composta por matos altos e sobreiros, ardeu com intensidade, no entanto no sentido contrário ao vento.
Mas mesmo quando o fogo consegue entrar nas plantações, as intervenções de controlo de vegetação no sub-bosque resultam frequentemente em dano menor, afetando pouco as árvores plantadas.
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| Efeito do controlo de vegetação no interior das plantações |
Quando esse investimento vai de mãos dadas com uma estrutura profissional e dedicada de deteção e combate aos incêndios como da Afocelca, não restam dúvidas que temos a melhor resposta possível perante o problema.
Nota final para quem gosta de estatísticas: a taxa de incidência de fogo no nosso património situa-se nos 0,25%. Quer dizer, em média nos ardem por ano 2,5 hectares em cada 1000. Traduzido para Portugal, com 5 milhões de hectares de floresta e matos, daria uma área anualmente ardida de 12,5 mil hectares. Seria muito bom, não seria?
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silvicultura
27 de julho de 2015
Montis e a Costa Bacelo
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| Almoço na margem do rio Paivô |
Como, por um lado, a Montis ambiciona gerir áreas de conservação e por outro lado a Altri pretende fomentar o envolvimento de partes interessadas na sua gestão e aprender com experiência e conhecimento na área de conservação, foi fácil chegar a um acordo.
Ontem, no âmbito dos seus passeios mensais de natureza, a Montis levou um grupo de 30 pessoas a conhecer a propriedade Costa Bacelo, lindamente situada ao longo do rio Paiva e à foz do rio Paivô. Estivemos lá, como não podíamos deixar de estar, orgulhosos que somos da beleza da propriedade e confiante no sucesso da parceria com a Montis.
No passeio houve participação de várias outras organizações de conservação, como Quercus, com o responsável do projeto de Cabeço Santo, o Movimento Terra Queimada, a associação SOS Rio Paiva e a associação Campo Aberto.
Houve tempo para um banho na cristalina água do rio Paivô e um piquenique na sombra dos amieiros que ocupam a margem do rio.
A seguir ao almoço houve tempo para debate, e foram discutidos diversos assuntos relacionados com a gestão e conservação da natureza, em que obviamente os eucaliptais e sua gestão foram abordados.
A discussão foi aberta e construtiva: as diferentes opiniões e posições sobre certas matérias não impediram uma saudável troca de visões, em que o respeito mútuo esteve sempre presente.
Para Altri, o seu envolvimento com organizações como as referidas acima é fundamental para manter relações de diálogo e compreensão com as partes interessadas no nosso património, nossa gestão e as nossas operações. A Altri tem muito a aprender com as suas partes interessadas e muito a ganhar com a divulgação da sua gestão florestal, suas práticas e opções.
Um obrigado à Montis pela organização do passeio e desejamos-lhe muita sorte com a gestão das áreas de conservação das duas propriedades. Iremos acompanhar com elevada expectativa os próximos passos!
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Montis,
Partes Interessadas
16 de julho de 2015
Nidificação de Bútio-vespeiro
No seguimento da colaboração que temos mantido com o Nuno Mota (post anterior), fomos brindados novamente este ano com a presença confirmada da nidificação de uma das espécies mais curiosas de rapinas florestais que se podem encontrar em Portugal - O Bútio-Vespeiro.
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| Foto: Nuno Mota - Bútio-Vespeiro (Pernis apivorus) |
Esta informação permitiu à Altri Florestal reprogramar as suas atividades de gestão florestal nas proximidades do ninho (adiando ou cancelando as atividades florestais), com o objetivo de evitar a perturbação do mesmo.
E é com enorme agrado e entusiasmo que vemos mais uma vez a cria do Bútio-Vespeiro com um aspeto saudável e com vontade de nos visitar numa outra oportunidade.
Obrigado Nuno.
6 de julho de 2015
Foco nos nossos fornecedores e na melhoria contínua
No
passado dia 19 de Junho, a Altri Florestal promoveu uma iniciativa que envolveu
quatro dezenas de empresas de fornecimento de madeira e serviços.
Com esta iniciativa pretendeu-se premiar a qualidade dos nossos fornecedores e estimular a sua melhoria contínua.
Aproveitando
a ocasião, a Altri prestou uma mais que merecida homenagem ao Eng. Silvicultor
Manuel Martins pelo contributo que tem dado no desenvolvimento da fileira
florestal do eucalipto.
Também
recentemente e em conjunto com a Bioelétrica, foi promovida uma ação na Central
de Biomassa de Mortágua em que convidámos os nossos principais fornecedores de
biomassa da Central.
Foram prestadas algumas informações sobre a qualidade da biomassa, sensibilizando-se em particular os fornecedores para o impacto dos inertes na degradação de alguns equipamentos da central.
Alertou-se ainda para um conjunto de normas de segurança e ambiente a respeitar dentro das instalações.
A todos os que participaram e apoiaram estas visitas, o meu agradecimento e os meus votos na continuidade de um bom trabalho.
Forte abraço,
António Marques Pinho
Nesta iniciativa
pretendeu-se, para além da partilha de experiências (com visitas aos Viveiros e
às nossas plantações da Quinta do Furadouro), reconhecer os fornecedores com
melhor avaliação em 2014. Esta avaliação foi feita no âmbito do Sistema de
Qualidade da Altri Florestal, contando também com o apoio da nossas unidades
fabris.
Foram
atribuídos diplomas de mérito aos fornecedores de madeira melhor classificados
nas três unidades fabris do grupo Altri bem como aos melhores fornecedores de serviço da Altri Florestal.
Com esta iniciativa pretendeu-se premiar a qualidade dos nossos fornecedores e estimular a sua melhoria contínua.
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| Receção dos fornecedores |
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| Visita ao Viveiros do Furadouro |
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| Pomar de produção de sementes
Explicação sobre os processos de produção de sementes
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| Aspetos da gestão florestal |
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| Homenagem da Altri ao Eng. Manuel Martins |
Foram prestadas algumas informações sobre a qualidade da biomassa, sensibilizando-se em particular os fornecedores para o impacto dos inertes na degradação de alguns equipamentos da central.
Alertou-se ainda para um conjunto de normas de segurança e ambiente a respeitar dentro das instalações.
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| Visita à Central de Biomassa - Mortágua |
A todos os que participaram e apoiaram estas visitas, o meu agradecimento e os meus votos na continuidade de um bom trabalho.
Forte abraço,
António Marques Pinho
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Fornecedores,
Qualidade
16 de junho de 2015
O Fogo como ferramenta silvícola
A Altri Florestal tem levado a cabo algumas iniciativas de Fogo
Controlado em áreas sob sua gestão. Estas iniciativas tiveram como objetivo
aferir o uso do fogo em eucaliptais recentemente explorados e avaliar a rebentação
de toiças de Eucalyptus globulus,
quer na percentagem de mortalidade de toiças, assim como na vitalidade e nº de
rebentos e, diminuir a carga de combustível das áreas tratadas com objetivo de
defesa contra incêndios.
Outra iniciativa teve a ver com o facto de avaliar
possíveis diferenças de custos de reflorestação em áreas com queima prévia de
sobrantes de exploração e áreas sem queima prévia, e possíveis impactos desta
técnica na produtividade da reflorestação.
A 1ª iniciativa realizou-se na Póvoa de Lanhoso, numa área de cerca 2
ha, em 1ª rotação, onde foi deixada uma parcela testemunha de cerca de 1ha (foto
nº1 e 2).
| Equipa de queima - Bombeiros Voluntários Póvoa de Lanhoso e Altri Florestal |
A 2ª iniciativa foi realizada em Samora Correia numa área com cerca de 7 ha, em 3ª rotação, onde se queimou a totalidade da parcela para efeitos de reflorestação (foto nº3, 4, 5 e 6).
| Parcela a tratar com sobrantes de exploração florestal - Samora Correia |
| Equipa de queima na avaliação inicial - Samora Correia |
| Parcela tratada com fogo controlado - Samora Correia |
| Meios hidráulicos de apoio à queima - Bombeiros Voluntários Samora Correia |
Em ambos os casos, as queimas, foram realizadas com a presença de
vários técnicos credenciados e com a colaboração dos Bombeiros Voluntários de
cada região que garantiram a segurança dos elementos da equipa de queima e da boa
evolução da mesma.
Quero salientar aqui a boa cooperação e colaboração entre as
várias entidades que estiveram presentes e que se possa refletir de igual modo,
na fase mais crítica dos Incêndios Florestais.
Ainda não é possível para já, apurar alguns dos objetivos que foram
traçados nestas iniciativas, mas de qualquer modo, deixo aqui a minha convicção
que os resultados serão bastante positivos e que o uso do fogo será cada vez
mais uma ferramenta de eleição na gestão nos espaços florestais.
Resta-me agradecer a todos os que estiveram envolvidos nestas
iniciativas em especial ao Corpo de Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso e
ao Corpo de Bombeiros Voluntários de Samora Correia.
João Marques - Altri Florestal
25 de maio de 2015
Cabeço Santo no Minuto Verde
Veja o Minuto Verde sobre o projeto.
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15 de abril de 2015
Workshop Gestão de habitats ripícolas e fenómenos erosivos
A Altri Florestal está a organizar em parceria com a Quercus
um workshop dedicado ao tema da gestão dos habitats ripícolas e fenómenos erosivos (dia 23 de Abril – Azambuja).
Entre as várias apresentações será dado um destaque especial à demonstração de técnicas
de engenharia natural para contenção da erosão que, será realizada por um
especialista da empresa Ecosalix.
Este workshop pretende abordar questões práticas e
proporcionar a troca de experiências entre os participantes sobre os impactes dos fenómenos
erosivos, não só nas linhas de água mas também nas áreas florestadas contíguas,
com vista a identificar um conjunto de boas práticas de gestão florestal a adotar
pelos proprietários e fornecedores de serviços florestais, com o objetivo de fomentar a biodiversidade e ds
serviços dos ecossistemas.
Para mais informação e detalhe sobre o programa do workshop e inscrições :
http://www.quercus.pt/destaques/199-eventos-4/4257-workshop-gestao-de-habitats-ripicolas-e-fenomenos-erosivos
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| Imagem retirada daqui |
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4 de fevereiro de 2015
Eucalipto misterioso
Há um blogue, que se chama Árvores Misteriosas de Portugal, da autoria do Nuno Costa (textos) e Zito Colaço (fotografias).
Já lá vai algum tempo, foi publicado uma série de quatro posts sobre o eucalipto, que naturalmente nos desperta interesse.
E do texto introdutório, interessante mas demasiado extenso para reproduzir aqui na íntegra, destaco a última parte:
A Árvore, primeiro o pinheiro, mas hoje em dia sobretudo o eucalipto, renasceu então como fonte de conhecimento. Como fonte de diversão e evasão, pois claro. De Rimbaud e Jorge Luís Borges a Margarida Rebelo Pinto, da Rolling Stone à Hola, há árvores-informação para todas as sensibilidades, gostos, olhares e feitios. Aldous Huxley pode alertarnos para o perigo do Big Brother, o verdadeiro, que no dia seguinte há um concorrente do reality show, a lançar um livro. Tudo é possível. Para o bem e para o mal. E para além dele, diria Nietzche.
Recomenda-se vivamente a leitura e visionamento do blogue, e agora já os quatro posts sobre o eucalipto:
Eucalipto (Eucalyptus) - Pinhal de Catelas, Marisol
Eucalipto da Mata Nacional de Vale de Canas, Coimbra.
Eucalipto do Tremelgo, Marinha Grande.
Eucalipto de Contige, Viseu.
Já lá vai algum tempo, foi publicado uma série de quatro posts sobre o eucalipto, que naturalmente nos desperta interesse.
E do texto introdutório, interessante mas demasiado extenso para reproduzir aqui na íntegra, destaco a última parte:
A Árvore, primeiro o pinheiro, mas hoje em dia sobretudo o eucalipto, renasceu então como fonte de conhecimento. Como fonte de diversão e evasão, pois claro. De Rimbaud e Jorge Luís Borges a Margarida Rebelo Pinto, da Rolling Stone à Hola, há árvores-informação para todas as sensibilidades, gostos, olhares e feitios. Aldous Huxley pode alertarnos para o perigo do Big Brother, o verdadeiro, que no dia seguinte há um concorrente do reality show, a lançar um livro. Tudo é possível. Para o bem e para o mal. E para além dele, diria Nietzche.
Para o bem de todos os novos renascimentos, nossos e das árvores, felizmente, como o ecologista Leonardo Boff alertou, a indústria de produção de papel está bem ciente de que obras-primas, bestseller´s, romances de cordel ou biografias de reality shows, todos têm lugar no mercado, mas sempre em plena e sã convivência com a preservação do mundo natural. Do mundo artístico e académico à azáfama do escritório, o papel coexiste. Mas é bom que nos lembremos que em cada folha, em cada rabisco de nota que fazemos, seja para a lista de compras no supermercado, ou para escrever uma peça de teatro há ali uma árvore. E tem nome.
Chama-se eucalipto.
Recomenda-se vivamente a leitura e visionamento do blogue, e agora já os quatro posts sobre o eucalipto:
Eucalipto (Eucalyptus) - Pinhal de Catelas, Marisol
Eucalipto da Mata Nacional de Vale de Canas, Coimbra.
Eucalipto do Tremelgo, Marinha Grande.
Eucalipto de Contige, Viseu.
15 de janeiro de 2015
23 de dezembro de 2014
ciclo da vida ou o cogumelo vencedor
Foi com esta fotografia que a nossa colega Maria João Loureiro venceu o primeiro concurso fotográfico da Altri Florestal.
Para além de ser muito bonita, a foto acaba por representar o ciclo da vida: a folha caída de eucalipto, já seca, e após ter contribuído para o crescimento da sua árvore-mãe, dá origem a novas formas de vida, neste caso a uns cogumelos minúsculos mas de uma elegância perfeita com seu pé preto de alfinete e o chapéu delicado a balançar sobre ele. Até há um ar um pouco vaidoso neles...
Parabéns Maria João e boas festas para todos.
Henk Feith
17 de novembro de 2014
Menos Papel = Mais Verde. Será mesmo verdade?
Somos diariamente confrontados com campanhas publicitárias que nos dizem que substituir papel por digital é uma ajuda para o ambiente.
Acontece que estas campanhas são normalmente motivadas por objetivos de redução de custos e não de melhoria ambiental. Não há nada contra objetivos de redução de custos, bem pelo contrário, mas quando estes objetivos são escondidos atrás de supostos objetivos ambientais, então estamos perante greenwashing.
Mais grave se torna quando a própria afirmação é de veracidade duvidosa, como inúmero estudos indicam: as alternativas ao papel, produto de um recurso renovável, as chamadas ICT (Information and Communication Tecnologies) têm pegadas ambientais muito significativas e são baseadas em indústrias de exploração de recursos não renováveis.
A organização TwoSides, promovida pela indústria Norte-americana de pasta e papel, publicou alguns factsheets sobre o assunto, que merecem uma leitura:
http://www.twosidesna.org/includes/files/upload/files/TwoSidesFacts_GenericLCA_F%282%29.pdf
http://www.twosidesna.org/includes/files/upload/files/TwoSidesFacts_BestPractices_F%282%29.pdf
É sabido que o tema é terra fértil para discussões. Mas fica aqui o desafio para olhar para além do slogan.
6 de novembro de 2014
Águia-cobreira salva no Galisteu
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| Imagem obtida na newsletter do ICNF-Centro |
Segue o texto integral do artigo:
No
passado mês de julho fomos informados pelos responsáveis da Herdade do Monte do
Galisteu – Grupo Altri Florestal, em pleno Parque Natural do Tejo
Internacional, da existência de uma águia que havia caído do ninho. Nesse mesmo
dia o ICNF deslocou-se ao local onde identificou a Águia-cobreira (Circaetus
gallicus), e procedeu à sua entrega num centro de recuperação, o CERAS – Centro
de Estudos e Recuperação de Animais, pertença do núcleo regional de Castelo
Branco da Quercus. Após um cuidado exame à ave, verificou-se que tinha apenas
uma pequena ferida na asa esquerda, resultante do embate no solo.
Após
algumas semanas de recuperação, sobretudo para recuperar a maturação suficiente
e com o contributo de todos, mas principalmente com a colaboração dos
responsáveis da Herdade do Monte do Galisteu, conseguimos salvar uma
Águia-cobreira.
3 de novembro de 2014
O grande sorriso do Casal Novo
Para quem não sabe, geocaching é uma atividade ao ar livre na qual se utiliza um recetor GPS para se encontrar um “tesouro” ou geocache, que consiste normalmente numa pequena caixa fechada, de tamanho variável, contendo um livro de registos e por vezes alguns objetos. Um código de honra entre os praticantes define que, após encontrada, a geocache deve ser recolocada no mesmo local. Esta atividade têm-se tornado muito popular como passatempo ou desporto, principalmente após a vulgarização do GPS nos telemóveis. São surpreendentes as milhares de geocaches atualmente escondidas em Portugal.
Recentemente em conversa com uma colega da Caima, assumida apaixonada por geocaching, descobri que algo de surpreendente se anda a passar numa propriedade sob nossa gestão. Quando me apresentava um mapa com um dos maiores desafios de geocaching da zona, rapidamente reparei que se situava na propriedade Casal Novo, em Vila Nova da Barquinha. Tratam-se de 25 geocaches tradicionais e 2 geocaches enigma dispostas de forma a desenharem um enorme smile. Os criadores do projeto apresentam uma lista das geocaches e várias instruções e recomendações para quem pretenda enfrentar este desafio, que deve ser feito a pé.
"Eu uso satélites de vários milhões de dólares para encontrar tupperwares na floresta. Qual é o seu passatempo?"
Recentemente em conversa com uma colega da Caima, assumida apaixonada por geocaching, descobri que algo de surpreendente se anda a passar numa propriedade sob nossa gestão. Quando me apresentava um mapa com um dos maiores desafios de geocaching da zona, rapidamente reparei que se situava na propriedade Casal Novo, em Vila Nova da Barquinha. Tratam-se de 25 geocaches tradicionais e 2 geocaches enigma dispostas de forma a desenharem um enorme smile. Os criadores do projeto apresentam uma lista das geocaches e várias instruções e recomendações para quem pretenda enfrentar este desafio, que deve ser feito a pé.
O grande smile de geocaches do Casal Novo
O multiuso dos espaços florestais é um tema recorrente no nosso dia-a-dia, mas nunca deixamos de nos surpreender até onde este conceito pode chegar.
29 de outubro de 2014
Lego florestal
Sim, a Lego também já pensou nos filhos dos florestais ou... nos próprios florestais. Este magnífico "logging truck" foi um presente da minha família. Inclui o motosserrista, o gajo da grua e não faltam algumas novas árvores para a sustentabilidade do sistema. Peca apenas pelo motosserrista não ter EPI completo. Ele que não espere pela próxima auditoria!
Imagens retiradas daqui
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