4 de fevereiro de 2015

Eucalipto misterioso

Há um blogue, que se chama  Árvores Misteriosas de Portugal, da autoria do Nuno Costa (textos) e Zito Colaço (fotografias).

Já lá vai algum tempo, foi publicado uma série de quatro posts sobre o eucalipto, que naturalmente nos desperta interesse.

E do texto introdutório, interessante mas demasiado extenso para reproduzir aqui na íntegra, destaco a última parte:

A Árvore, primeiro o pinheiro, mas hoje em dia sobretudo o eucalipto, renasceu então como fonte de conhecimento. Como fonte de diversão e evasão, pois claro. De Rimbaud e Jorge Luís Borges a Margarida Rebelo Pinto, da Rolling Stone à Hola, há árvores-informação para todas as sensibilidades, gostos, olhares e feitios. Aldous Huxley pode alertarnos para o perigo do Big Brother, o verdadeiro, que no dia seguinte há um concorrente do reality show, a lançar um livro. Tudo é possível. Para o bem e para o mal. E para além dele, diria Nietzche.
Para o bem de todos os novos renascimentos, nossos e das árvores, felizmente, como o ecologista Leonardo Boff alertou, a indústria de produção de papel está bem ciente de que obras-primas, bestseller´s, romances de cordel ou biografias de reality shows, todos têm lugar no mercado, mas sempre em plena e sã convivência com a preservação do mundo natural. Do mundo artístico e académico à azáfama do escritório, o papel coexiste. Mas é bom que nos lembremos que em cada folha, em cada rabisco de nota que fazemos, seja para a lista de compras no supermercado, ou para escrever uma peça de teatro há ali uma árvore. E tem nome.
Chama-se eucalipto.

Recomenda-se vivamente a leitura e visionamento do blogue, e agora já os quatro posts sobre o eucalipto:

Eucalipto (Eucalyptus) - Pinhal de Catelas, Marisol

Eucalipto da Mata Nacional de Vale de Canas, Coimbra.

Eucalipto do Tremelgo, Marinha Grande.

Eucalipto de Contige, Viseu.

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